16 de ago de 2016

ENQUANTO ISSO, NUMA RUA FAMOSA...


ABBEY ROAD REMIXADO 
Marcelo Sguassábia 
© Direitos Reservados 


- Ok, boys. Já que a ideia é mesmo essa e parece que não há jeito de vocês voltarem atrás com essa tolice, tenho algumas sugestões para deixar o resultado final um pouco menos ruim. Pra começo de conversa, sugiro que vocês quatro se virem pra câmera dando tchauzinho. Sei lá, penso que assim a coisa ficará mais amistosa e interativa do que todo mundo sério e alinhado, olhando pra frente e atravessando a rua. 

- Mas afinal de contas, o que você tem em mente é uma capa de disco ou um cartaz de circo? Só falta você sugerir que o Ringo fique fazendo chifrinho no George na hora do clique... 

- Calma, Paul. Eu sei que a ideia é sua, mas vocês contrataram um fotógrafo profissional e eu me sinto na obrigação de orientá-los pra que o resultado fique realmente bom e funcione comercialmente. Uma coisa é certa, rapazes: nenhuma capa de disco entra pra história com quatro sujeitos atravessando uma faixa de pedestres como se fossem uns anônimos e inexpressivos súditos da rainha. Caramba, vocês são os Beatles!!! 

- Veja bem, por mim você e Paul decidem o que acharem melhor nessa peleja capitalista de vender mais ou menos discos. A única coisa que peço é que a Yoko atravesse a faixa ao meu lado. Caso contrário, não tem negociação, vamos embora agora mesmo. Vocês sabem que não desgrudo um minuto dela, e isso inclui travessias de rua, partidas de rugby e até exames de próstata. 

- John, isso é efeito da maconha, do LSD ou do sol na cabeça? Estamos falando de um disco dos Beatles, e não de Yoko e sua banda. Compreende? 

- Espera aí, gente. Se este pobre baterista pode dar um palpite, recomendo que continuemos a discussão num pub ou algo assim. O trânsito está ficando engarrafado e daqui a pouco começam a buzinar. A intenção era perder no máximo vinte minutos com esta merda de foto. Não temos o dia todo e precisamos gravar mais um take de “Come Together” ainda hoje, esqueceram? 

- Eu insisto: tá faltando alguma coisa bombástica, arrebatadora, que dê uma sacudida nessa capa. Ou então, sei lá, um toque de humor britânico, mesmo que bem sutil. Por exemplo, um de vocês é o guarda de trânsito, orientando os outros três na travessia. Heim, que tal? Aí sim vai ficar bacana. 

- Tudo bem, mas e a Yoko? 

- Sugiro que o guarda se distraia e um carro passe por cima dela. 

- Por esta gracinha eu poderia te enfiar a mão na cara, Paul. Mas não vou fazer isso porque, independente de como fique essa maldita capa, no final das contas vão achar que o morto é você, e não Yoko. Pode apostar. Babacas do mundo todo vão esquadrinhar cada centímetro da foto, procurando pistas que confirmem a sua morte. O que mais lamento é que ela não passe de um boato. 

- Gente, por favor, vamos dar uma trégua na troca de afagos. Daqui a pouco começa a juntar gente pra pedir autógrafos, a imprensa aparece e aí a foto já era. 

- Pensando bem, acho que o Ringo está certo. Vamos voltar para o estúdio, terminar “Come Together” e esquecer essa história de capa de disco na faixa de segurança. Temos mais um tempo pra pensar numa solução melhor.


Fonte: https://www.facebook.com/consoantesreticentes

7 de jul de 2016

76 ANOS! 13 MOTIVOS PARA RESPEITÁ-LO! VIVA RINGO!

1. Ringo foi o primeiro verdadeiro baterista do rock a ser visto na TV. Todos os bateristas de Rock & Roll que se apresentavam com Elvis, Bill Haley, Little Richard, Fats Domino e Jerry Lee Lewis eram sobretudo bateristas de R&B (Rhythm & Blues) que tentavam fazer a transição de um estilo swing, próprio das décadas de 40 e 50, para um estilo mais pujante, associado a "I Want To Hold Your Hand". Apresentavam-se de terno e gravata segurando as baquetas numa forma "tradicional" familiar a bateristas militares, de orquestras ligeiras e de jazz. Ringo mostrou ao mundo que era preciso força para por ênfase na palavra "rock" do estilo Rock & Roll. Assim, ele agarrou as suas baquetas como se fossem martelos construindo dessa forma uma das fundações primordiais da música rock.

2. Ringo alterou o modo como os bateristas seguravam as baquetas, tornando popular o modo "matched". Quase todos os bateristas anteriores a Ringo seguravam as baquetas de uma forma "tradicional", segurando a baqueta esquerda como se de um "pauzinho chinês" se tratasse. Essa forma "tradicional" foi fomentada pelos bateristas militares que, com o tambor a tiracolo, necessitavam segurar as baquetas de uma forma que lhes fosse permitido tocar. A forma implementada por Ringo altera por completo essa forma primitiva, equiparando mãos esquerda e direita.

3. Ringo iniciou uma tendência de colocar os bateristas em estrados elevados de forma a torná-los tão visíveis como os restantes dos músicos. Quando Ringo apareceu no Ed Sullivan Show, em 1964, ele captou de imediato a atenção de milhares de futuros bateristas ao apresentar-se por cima dos outros três beatles. Ao invés disso, o baterista de Elvis só via as costas dos seus companheiros.


4. Esses futuros bateristas tiveram também oportunidade de reparar que Ringo tocava numa bateria Ludwig, fato que os levou a correr para as lojas em busca deste tipo de instrumento, e assim estabelecendo a Ludwig como um nome emblemático no panorama das baterias da época.


5. Ringo alterou o som da bateria nas gravações. Ao tempo do álbum Rubber Soul (lançado em 6 de Dezembro de 1965) o som da bateria começou a tornar-se mais distinto. Contando com a preciosa colaboração dos engenheiros de som dos estúdios EMI em Abbey Road, Ringo popularizou um novo som da bateria afinando-a num tom mais baixo, abafando o som e fazendo com que soasse mais perto, através da colocação de microfones em cada peça.

6. Ringo tem um ritmo quase perfeito. Esse fato permitiu aos Beatles gravar uma música 50 ou 60 vezes e depois editá-la por composição das melhores partes, por forma a alcançar a melhor versão possível. Hoje em dia é usado um metrônomo eletrônico para esse mesmo propósito, mas naquela época os Beatles tiveram que depender de Ringo para manter a consistência da batida através de dezenas de takes. Se ele não possuísse este dom as gravações dos Beatles soariam, por certo, de forma diametralmente diferente.

7. O feeling de Ringo pela batida serviu de norma tanto para produtores como para bateristas. É relaxado mas nunca desleixado. Sólido mas, ainda assim, sempre solto. E sim, existe uma grande dose de bom gosto musical nas suas decisões do quê e quando tocar. Na maior parte das sessões de gravação a atuação do baterista funciona como barômetro do resto dos músicos. A direção artística, dinâmica e emoções são filtradas através do baterista. Se o baterista não se sente bem a atuação dos restantes músicos está condicionada a ele. Os Beatles nunca, ou raramente, tiveram esse problema com Ringo.

8. Ringo detestava solos de bateria, o que deverá fazer com que ganhe pontos junto de algumas pessoas. Apenas fez um solo com os Beatles. Esse solo aconteceu durante o tema "The End" no lado B de "Abbey Road". Alguns podem dizer que esse solo não é grande mostra de virtuosismo técnico, no entanto estarão pelo menos parcialmente incorretos. Quem quiser pode colocar um metrônomo, configurado para marcar 126 batidas por minuto, lado a lado com o solo de Ringo e verão que os dois permanecerão exatamente juntos. Ele, particularmente, gosta do que fez na música Rain. Incrível.


9. A capacidade de Ringo para tocar em compassos invulgares empurrou a escrita de temas musicais para áreas nunca antes alcançadas. Dois exemplos disso são "All You Need Is Love" em 7/4 e "Here Comes The Sun" com passagens repetidas em 11/8, 4/4 e 7/8, no coro.

10. A habilidade de Ringo para tocar os mais variados estilos musicais como swing ("When I'm Sixty-Four"), baladas ("Something"), R&B ("Leave My Kitten All Alone" e "Taxman") e country (praticamente todo o álbum Rubber Soul) ajudou os Beatles a enveredar por diferentes direções musicais sem esforço de maior. A sua experiência anterior aos Beatles, como músico de night clubs serviu-o bem.

11. A ideia de que Ringo era um sortudo no grupo é completamente errada. De fato, quando o produtor George Martin se mostrou descontente com a atuação do baterista original Pete Best, Paul, John e George decidiram contratar aquele que eles consideravam o melhor baterista de Liverpool: Ringo Starr. A sua personalidade foi um bônus.

12. Os rumores de que Ringo não tocou em muitos dos temas do Beatles por não ser suficientemente bom é também radicalmente falsa. De fato, ele tocou em quase todos os temas dos Beatles que incluem bateria à exceção dos seguintes: "Back In The USSR" e "Dear Prudence" do White Album, em que Paul toca bateria pelo afastamento temporário de Ringo, que, um pouco magoado pelos atritos dos companheiros, foi pescar com Peter Sellers na Sardenha (onde teve a ideia e começou a compor Octopus' Garden). "The Ballad Of John And Yoko", com Paul mais uma vez na bateria, porque Ringo estava fazendo um filme. E também na versão de 1962 de "Love Me Do" que contou como baterista Andy White.

13. Quando os Beatles se separaram e tentavam cada um por si afirmar-se só, John Lennon escolheu Ringo para tocar bateria no seu primeiro disco. Tal como John disse um dia "If I get a thing going Ringo knows where to go,just like that". Um grande compositor não pode desejar mais de um baterista. Exceto talvez que sorria e abane a cabeça.




Artigo da revista Modern Drummer, com algumas inserções minhas

30 de jun de 2016

WHILE MY GUITAR GENTLY WEEPS

O espetáculo The Beatles LOVE, apresentado pelo Cirque du Soleil acontece exclusivamente no Hotel & Cassino The Mirage, em Las Vegas, EUA. Curta! 

20 de jun de 2016

VEM AÍ EM SETEMBRO! YEAH!

Assista o trailer do documentário The Beatles: Eight Days a Week - The Touring Years. Ron Howard é o diretor e a data para lançamento global é 16 de setembro. 

The Beatles: Eight Days a Week - The Touring Years baseia-se na primeira parte da carreira dos Beatles (1962-1966) - o período em que eles visitaram e conseguiram a aclamação do mundo. 

O filme vai explorar a banda desde o início no Cavern Club, em Liverpool, até o seu último concerto no Candlestick Park em San Francisco em 1966. 

Veja o trailer! Yeah! 

31 de mar de 2016

UNICÓRNIO - JAMES McCARTNEY

Dia 6 de maio vem aí com o álbum The Blackberry Train, de James McCartney, filho de Paul McCartney. 

E dele foi extraída a canção Unicorn, novo single de James. De acordo com a Kobalt, editora de The Strauberry Train, esta música alterna entre o alt rock e o espiritualismo centrado no psicadelismo, seja lá o que isso quer dizer. Mas, ouça!

23 de mar de 2016

PAPERBACK WRITER E O DENTE QUEBRADO DE PAUL

Em 1966, Paul McCartney aparece com um dente quebrado na gravação do clipe de Paperback Writer, resultado do acidente de moto que ele sofreu dias antes da filmagem. 

Este fato serviu de base para a famosa lenda de que Paul teria morrido num acidente de carro. Veja abaixo uma animação de como teria sido difícil para o diretor do clipe 'esconder' o dente quebrado de Paul...

18 de mar de 2016

VIVA E DEIXE MORRER COM B.J. ARNAU

Live and Let Die é uma canção de Paul McCartney e do seu grupo Wings, composta por Paul e sua esposa Linda para o oitavo filme de James Bond, Live and Let Die

Após seu lançamento em 1973, a música se tornou um grande sucesso, chegando ao segundo lugar nas paradas americanas e o sétimo nas britânicas, e mais tarde foi indicada ao Oscar de melhor canção perdendo para The Way We Were, tema do filme O Nosso Amor de Ontem, estrelado por Robert Redford e Barbra Streisand, e cantado por ela própria (pra mim - sei que sou suspeito, mas... -, não chega nem aos pés de Live and Let Die). 

Ela foi gravada enquanto aconteciam as sessões do álbum Red Rose Speedway. Durante o filme, outra versão da música é apresentada, interpretada por Brenda Arnau enquanto Bond está em um clube, mas esta não aparece no álbum da trilha sonora. Eis a versão. Vamos ouvi-la?

9 de mar de 2016

ADEUS GEORGE MARTIN

Faleceu ontem, 8 de março, por causas ainda não divulgadas, Sir George Martin, o produtor, arranjador e compositor que possibilitou aos Beatles gravarem sons numa dimensão quase ilimitada.

Algumas magias do magistral George Martin

Praticamente no início de tudo, Martin não se opôs à ideia dos Beatles de lançarem a música Please Please Me, de autoria própria, ao invés de uma escolhida por ele, a How Do You Do It?. Mesmo assim, ela foi gravada pelos Beatles e pelos Gerry & The Peacemakers, porém não lançada pelos Beatles, que apostaram em Please Please Me. E George Martin estava tão certo que How Do You Do It?, produzida também por ele, chegou ao primeiro lugar nas paradas de sucesso britânicas. A Please Please Me original era mais lenta, no estilo choroso de Roy Orbison. George Martin achou por melhor acelerá-la. E sabia o que estava pedindo. Os Beatles já haviam lançados 2 singles no início de 1963: Love Me Do (com P.S. I Love You do outro lado) e Please Please Me (com Ask Me Why). Ambos foram bem recebidos, especialmente Please Please Me, que alcançou o 1º lugar; 

John Lennon certa vez deixou sua guitarra encostar numa caixa de som causando uma distorção. Ele perguntou a George Martin se era possível colocá-la numa canção, e é o som que ouvimos no início de I Feel Fine; 

Noutra ocasião, John queria que sua voz soasse como um coro de monges tibetanos cantando do alto de uma montanha. George Martin fez sua voz passar por um alto-falante Leslie e é a voz que ouvimos em Tomorrow Never Knows

O piano, ao estilo barroco, de In My Life foi tocado por George Martin. E é lindo demais. Posteriormente, Martin fez vários experimentos com sucesso na gravação do Sgt. Pepper's, além de tocar um pianet Hohner em Getting Better, um cravo em Fixing a Hole e um harmônio em Being for the Benefit of Mr. Kite!; 

Paul, certa vez, ouviu um trompete numa apresentação de música clássica e ficou encantado. Perguntou ao seu produtor se aquele som ficaria legal numa música. George Martin disse que sim e o colocou em Penny Lane

John gravara várias versões da música Rain. Levou as fitas pra casa. Em certo momento, sob efeito de alguma coisa, colocou os lados contrários das fitas no gravador e elas começaram a tocar ao contrário. Ele adorou! Conversou com Martin e quis que o efeito constasse na música. George assim o fez e no final de Rain podemos ouvir um trecho ao contrário (John repetiria a experiência logo depois em I'm Only Sleeping, do álbum Revolver); 

E são muitas outras! Os arranjos de cordas em Eleanor Rigby, a tabla indiana em Love You To, o quarteto de cordas em Yesterday, a orquestração incrível - e aparentemente desconexa - de A Day in the Life, o coral de 16 pessoas cantando abobrinha pra causar mais confusão ainda no final de I am The Walrus, o trabalho magnífico com seu filho Giles Martin no álbum Love, são mais algumas delas! 

Em sua carreira, Martin ganhou diversos prêmios Grammy e um Oscar por A Hard Day's Night. Em 1999, entrou no Hall da Fama do Rock

Ele, sem dúvidas, ficará vivo eternamente nas músicas dos Beatles. O produtor musical, arranjador e compositor cuja genialidade moldou o som da maior banda de pop/rock de todos os tempos. Um gênio. Um profeta que apostou nos delírios sonoros dos Beatles e os concretizou para a posteridade. 

Viva Sir George Martin! God bless you!



3 de mar de 2016

COR!

Vejam e ouçam agora a canção And I Love Her, executada pelos Beatles no filme A Hard Day's Night,  de 1964, colorizada! Yeah! 

25 de fev de 2016

73! VIVA GEORGE!

Hoje George Harrison completaria 73 anos. O caçula dos Beatles, muito tímido desde os primórdios da banda (vivia seguindo John e Cynthia para poder participar um pouco das noitadas deles), ficou conhecido como o Quiet Beatle. Mas de quiet penso que George não tinha nada. Vejamos alguns episódios que podem confrontar a afirmação: 

- Suas roupas eram mesmo as mais descoladas (escrachadas demais para a época) e que tiravam a seguinte exclamação da Tia Mimi, com quem John morava, ao bater na porta chamando o amigo: John, aquela coisa está aqui!; 

- No primeiro contrato a ser assinado pelos Beatles, com Brian Epstein, deram pela falta de Paul. John disse que ele estava tomando banho. Brian replicou que ele estava demasiadamente atrasado, no que George completou: ele está demasiadamente atrasado, mas chegará demasiadamente limpo; 

- Em agosto de 1962 ganhou um olho roxo enfrentando fãs no Cavern Club, que não queriam a saída de Pete Best para a entrada na banda do seu amigo Ringo; 

- Quando George Martin apresentou os estúdios EMI para os Beatles, perguntou se eles gostaram. George Harrison disse que sim, mas que tinha detestado a gravata dele; 

- Durante uma noitada numa boate londrina, um repórter insistia em tirar fotos da mesa da banda. George pediu inúmeras vezes para que o cara não continuasse, sem sucesso. Então levantou, pegou um copo cheio de whisky e jogou na cara do sujeito; 

- Em meados dos anos 60, deu a seguinte declaração: Os Beatles salvaram o mundo do tédio; 

- Foi o primeiro beatle a fazer uma música criticando o governo, Taxman, que dizia: Se você dirigir seu carro / Vou cobrar impostos da rua / Se você tentar se sentar / Vou cobrar do seu assento / Se você ficar muito frio / Vou cobrar o calor / Se você for passear / Vou cobrar seus pés

- Mais tarde colocou as seguintes frases na canção Awaiting On You All: E enquanto o Papa detém 51% da General Motors / e a bolsa de valores é a única coisa que está qualificada para representar-nos / o Senhor está à espera de todos vocês / para fazê-los despertar e enxergar

E por fim (mas com certeza há muitos mais), gravou boa parte do seu último álbum, Brainwashed na Suíça para pagar menos impostos. E na canção que dá título ao álbum, trata da lavagem cerebral diária reproduzida pelas escolas, pelos pais, pela Igreja, pelos políticos, pela mídia... 

É Harrison, aos 58 anos, depois de quase morrer esfaqueado por um fã maluco em sua mansão na Inglaterra, sem ceder um centímetro em suas convicções: a busca por liberdade e espiritualidade... 

George morreria em novembro de 2001, de um câncer que começou na garganta e espalhou-se pelo cérebro. Esse era George! Happy Birthday! 73! God bless you!


13 de fev de 2016

QUARTA APRESENTAÇÃO DE RINGO NOS BEATLES!

O blog separou para hoje os takes 1 & 2 de uma gravação - remasterizada! - ao vivo no Cavern Club, no dia 22 de agosto de 1962. A música é Some Other Guy (Lieber/Stoller/Barrett). 

Era uma sessão de hora do almoço e o Cavern estava repleto. Parte da apresentação dos Beatles estava sendo filmada para televisão. Na ocasião desta gravação, aconteceu a quarta apresentação do grupo com Ringo Starr como o baterista novo. 

Curiosidade: estas versões são diferentes da incluída nos vídeos do Anthology. Yeah! 



Link enviado gentilmente pela beatlefan e curtidora do blog Denise Rodrigues, de Jaguariúna - SP.

9 de jan de 2016

ÚLTIMO FILME DE GEORGE HARRISON

Este é o último vídeo do George Harrison. Produzido no início de 2001, é um press-kit eletrônico sobre o álbum comemorativo dos 30 anos de All Things Must Pass, considerado por muitos o melhor disco em carreira solo de um beatle. George nos deixaria em novembro do mesmo ano. God bless you, George!