9 de dez de 2011

PAUL E RONNIE WOOD!

Curtam uma filmagem da nossa amiga da Beatles Brasil, Audrey Copping, de Paul e Ronnie Wood (Rolling Stones) na O2 Arena em Londres, agora no dia 05 de dezembro de 2011. Valeu, Audrey!

24 de nov de 2011

SHOW DO RINGO EM BRASÍLIA - FOTOS, VÍDEO e RESENHA

Dia 18 de novembro foi mais um dia mágico para a beatlemania nacional. Eu, como não poderia deixar de ser, saí de Goiânia pela manhã rumo a Brasília para encontrar meus amigos da Beatles Brasil e, juntos, irmos ao show do Ringo no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Foi uma satisfação imensa rever os amigos Renato Uchida de Brasília (dono do melhor blog sobre Beatles do Brasil - www.octaner.blogspot.com), Adriano Mussolin (Poços de Caldas - MG), Prof. Guilherme Lentz (Belo Horizonte - MG), Ricardo Martinelli (Vitória - ES), Marcelo Fróes (Rio de Janeiro - RJ), Ana Paula Villa (Curitiba - PR), Joelma Vieira (Goiânia - GO) e Ana Lúcia Soave (Guarulhos - SP).

Nos encontramos todos na entrada do show e fizemos a primeira foto do grupo:

Esq.p/Dir. acima: marido da Ana Paula, Fróes, Ricardo Martinelli, Renato, Adriano, Carlos Edu Bernardes.
Esq.p/Dir. embaixo: Ana Paula, Ana Lúcia Soave, Guilherme Lentz, Joelma e Fernando (filho do Renato)
Depois entramos e assistimos ao show, com muito entusiamo e alegria:




Ringo está em forma, com uma voz potente e característica, além de muito animado! Sorri o show todo! Foram aproximadamente 2 horas onde todos da All Starr Band mostraram suas excelentes qualidades!

Veja a gravação que fizemos do Ringo cantando Photograph, canção que ele fez com George, com direito a invasão de palco, como nos queridos tempos da Beatlemania. Ringo!



Eu e o Ringão, na mesma foto:


Algumas lembrancinhas foram registradas:



E por fim, uma resenha feita pelo grande amigo Adriano Mussolin:

O cara tem que ser muito mal-humorado para não achar o show do Ringo bom. Os momentos beatle são ótimos, como sempre. Os sucessos dos outros membros da All-Starr Band são irregulares, ora bons ora sonolentos. É preciso não incorrer no erro de querer comparar sua apresentação com as do Paul McCartney, como tenho lido e ouvido por aí. Este é multiinstrumentista, compositor, um músico completo. Já Ringo, sempre foi a cereja do bolo. O complemento ideal para os Beatles. Em sua história com os Fab constam algumas composições bacanas e inesquecíveis levadas de bateria. Mas, ele não era o grande destaque da banda, apesar de sua importância fundamental.

No frigir dos ovos, o show é bem bom. Leve, divertido, gostoso de assistir.

Mas, fica aquele gostinho de que poderia ser ainda melhor. Ringo tem sim músicas suficientes para fazer um show inteiro seu. São pelo menos 7 músicas da época dos Beatles e umas 20 da carreira solo que sustentariam tranquilamente umas 2 horas de espetáculo. Mesmo que ele não queira se desgastar tocando bateria, ele poderia facilmente montar uma banda comum de bons músicos e pegar a estrada. E isso deixa uma sensação de que ele pode fazer um show mais com sua cara.

Outra coisa, poderia investir um pouco em tecnologia de palco. Colocar um telão exibindo cenas do filme "Yellow Submarine", enquanto toca essa música e de fotografias enquanto toca "Photograph" e muitas outras imagens. Isso valoriza demais o espetáculo. Atualmente, apenas um painel com flores e uma enorme estrela fazem fundo aos músicos.

Nessa turnê, o esquema fica ingrato, especialmente para os outros membros da ASB. Afinal, não é nada fácil ter que encarar uma plateia esquentada ao som de "Boys" e começar a tocar um 'hit' qualquer dos anos 80. Ou ter que começar uma música 'menor' depois de Ringo fazer a plateia cantar a plenos pulmões "Yellow Submarine". Isso também não quer dizer que a banda seja ruim. Pelo contrário, não perde o pique em nenhum momento e todos são bons instrumentistas. O negócio é que não dá para misturar "With a Little Help From My Friends" com "Broken Wings". Não são a mesma praia.

Claramente, Ringo não se empenha na bateria, arrisca umas rodadas, marca o tempo no chimbau, toca os pratos levemente. Enquanto isso, Greg Bisonette segura a peteca com uma competência assustadora ao seu lado. Rick Derringer é um guitarrista acima da média e mostra suas habilidades em diversas músicas. Edgar Winter manda uns solinhos de piano e alguns de sax, com algum brilho. Até arrisca um duelo de tambores com Bisonette, ambos com baquetas com as pontas iluminadas. Wally Palmar, Mark Rivera, Richard Page e Gary Wright são os mais apagados, apesar de segurarem bem a parte rítmica do show.

E esse ponto-de-vista parece ser geral. Ouvindo aqui e ali uma conversa do público, percebe-se que todos querem mais Ringo, mais Beatles. As intervenções dos outros acaba por irritar alguns e distrair a atenção de outros. Poucos se envolvem inteiramente com todas as músicas. Vale a pena, embora com algumas ressalvas.

Adriano Mussolin e Carlos Edu Bernardes 'disputando' a Starr...

11 de nov de 2011

A ESTREIA ONTEM DO RINGÃO EM TERRAS BRASILEIRAS

Fernando Diniz
Direto de Porto Alegre

Um ciclo se completa para os beatlemaníacos em Porto Alegre. Um ano depois do show de Paul McCartney no Estádio Beira-Rio, o outro ex-beatle vivo, o baterista Ringo Starr, fez seu espetáculo exatamente do lado: no Ginásio Gigantinho. Recebido aos gritos, Ringo abriu a turnê brasileira na noite desta quinta-feira (10) com um número consideravelmente menor de sucessos do quarteto de Liverpool. Esqueça Help!, She Loves You e outros hits do grupo britânico que transformaram Starr em estrela. O baterista parece tentar evitar o rótulo de "banda cover" e canta apenas aquelas que ficaram conhecidas em sua voz, como Yellow Submarine, With a Little Help From My Friends e I Wanna be Your Man. Honey Don't, Boys e Act Naturally - que não são dos Beatles, mas são famosas pela versão do grupo - também estão no repertório. Durante o espetáculo, o ex-beatle não só exibe momentos de sua carreira solo, como dá espaço para os músicos de sua banda, que tocaram em grupos não tão bem sucedidos. A banda - composta por Wally Palmar (guitarra; ex-The Romantics), Edgar Winter (teclado; irmão do guitarrista Johnny Winter), Gary Wright (teclado; ex-Spooky Tooth), Richard Page (baixo; ex-Mr. Mister), Rick Derringer (ex-McCoys), e Gregg Bissonette (bateria, ex-David Lee Roth) - passa o tempo todo apresentando uns aos outros, exaltando a oportunidade de tocar com uma lenda da música.

O SHOW

Em um Gigantinho cheio, mas não lotado, Ringo Starr foi recebido com a estridência dos gritos que costumava ouvir na década de 60. O ex-beatle entrou no palco quando sua All Star Band já cantava os primeiros versos de It Don't Come Easy. Com seu jeitão divertido, Ringo cantava dançando passos de "um-pra-lá-um-pra-cá", fazendo "paz e amor" com os dedos. Ringo seguiu fora da bateria em Honey Don't, canção presente no Beatles for Sale. O britânico só vai para seu instrumento na metade da terceira música, Choose Love, do disco homônimo lançado em 2005, música precedida de uma declaração de amor do músico. "Vou fazer uma coisa que gostaria de fazer mais: (dizer) eu amo vocês!" O show continua com Rick Derringer, cantando Hang On Sloopy de sua antiga banda, o McCoys, e Edgar Winter - chamado por Ringo de "um dos inovadores do rock" - em Free Ride. Os pontos altos, no entanto, ficam nas clássicas dos Beatles. "Esta é para todas as mulheres e alguns homens", disse Ringo antes do Gigantinho explodir com I Wanna be Your Man. Em Yellow Submarine, a impressão era que o ginásio havia se transformado em uma panela de pressão, onde borbulhavam balões amarelos sobre a plateia. O coro foi ouvido alto também na penúltima música, With a Little Help From my Friends, do álbum Sgt. Peppers. Com mensagens de paz e amor, Ringo entoou o hino hippie Give Peace a Chance, do John Lennon. Se o público estranhou em ouvir músicas do The Romantics ou Gary Wright durante o show, Ringo parecia se divertir. O setentão sorria a cada batida dada na bateria junto do colega Gregg Bissonette, que tocava em geral as mesmas levadas da lenda do rock.

Depois da capital gaúcha, o músico ainda se apresenta em outras cinco capitais, sempre ao lado de sua All Starr Band. Única entre as cidades a receber dois shows, São Paulo vê Ringo Starr neste sábado (12) e domingo (13), no Credicard Hall. Depois, é a vez do Rio de Janeiro receber Ringo Starr - nesta terça (15), no Citibank Hall -, que ainda toca em Belo Horizonte (quarta, 16, no Chevrolet Hall), Brasília (sexta, 18, no Ginásio Centro de Convenções Ulysses Guimarães) e Recife (domingo, 20, no Chevrolet Hall).

SETLIST

It Don't Come Easy
Honey Dont
Choose Love
Hang On Sloopy
Free Ride
Talking in Your Sleep
I Wanna Be Your Man
Dream Weaver
Kyrie
The Other Side Of Liverpool
Yellow Submarine
Frankenstein
Back Off Boogaloo
What I Like About You
Rock and Roll, Hoochie Koo
Boys
Love Is Alive
Broken Wings
Photograph
Act Naturally
With a Little Help from My Friends
Give Peace a Chance

5 de nov de 2011

NUNCA SEM VOCÊ, GEORGE!

Às vésperas dos inéditos e esperados shows de Ringo no Brasil, o Beatlebox traz o narigudo mais amado do mundo do rock cantando Never Without You.

Never Without You é uma canção-tributo que ele fez para o amigo e colega de Beatles, George Harrison, morto em 2001, e que saiu no seu álbum Ringo Rama de 1988.

Ringo a escreveu juntamente com Gary Nicholson e Mark Hudson. Sensível, atencioso e amoroso como sempre, ele chamou outro grande amigo de George, Eric Clapton, para o solo de guitarra. Eric já tinha participado nada mais nada menos de uma das mais maravilhosas canções de George, While My Guittar Gently Weeps, lançada no álbum The Beatles - White Album em 1968. Ringo!



Never Whitout You
Ringo / Nicholson / Hudson

Nós eramos jovens
Isso era divertido
E nós não podíamos perder
Tempos eram bons
Durante a noite
Nós eramos manchete

Dias loucos e noites imprudentes
Limousines e holofotes brilhantes
Nós eramos irmãos no meio disso tudo

E sua música
Tocará
Sem você
E esse mundo
Não esquecerá
De você

Cada pedaço de você estava na sua música
Agora nós continuamos
Nunca sem você
Com ou sem você
'Here Comes The Sun' é sobre você

Aqui hoje
Não sozinho
Com minhas memórias
Vida é estranha
Como as coisas mudam
É realidade

Você tocava uma melodia bonita
Que me mantinha atormentado
Posso sempre sentir você ao meu lado

E sua música
Tocará
Sem você
E esse mundo
Não esquecerá
De você

Toda parte de você estava na sua musica
Agora nós continuamos
Nunca sem você
Com ou sem você
'Here Comes The Sun' é sobre você

Eu sei todas as coisas devem passar
E somente o amor tardio
Eu sempre terei o amor na memória
De você e eu

(É com você, Eric!)

E sua música
Tocará
Sem você
E esse mundo
Não esquecerá
De você

Toda parte de você estava na sua música
Agora nós continuamos
Nunca sem você
Com ou sem você

Nós nunca vamos sem você
Nós nunca vamos sem você
Nós nunca vamos sem você
'I Dig Love' é sobre você.



28 de out de 2011

HÁ 50 ANOS!


No dia de hoje, 28 de outubro, há exatos 50 anos, o jovem Raymond Jones entrava na loja de Brian Epstein em Liverpool, a NEMS, e pedia o single de My Bonnie com Tony Sheridan e um conjunto chamado Beat Brothers.

The Beat Brothers nada mais era do que The Beatles. Os rapazes aceitaram mudar o nome para atender um pedido da gravadora, pois a palavra "beatles", pronunciada com sotaque germânico, soava muito parecida com "peedles", que é uma palavra alemâ para "pênis"...

Há quem diga que o fato e que Raymond Jones não passam de lenda, porém é uma ótima história para o início de tudo! Concordam? Enquanto isso, ouça:

Beatles - My Bonnie .mp3
Found at bee mp3 search engine

3 de out de 2011

PREMIÈRE DO FILME DE GEORGE!

Scorsese, Paul, Yoko, Olivia e Ringo
Ontem, domingo, Yoko Ono e Paul McCartney posaram juntos durante a première do filme de Martin Scorsese sobre George Harrison.

Nos últimos 40 anos, a relação entre Yoko Ono (78) e Paul McCartney (69) - se é que é possível falar sobre uma amizade dos dois - esteve repleta de altos e baixos, alternando entre momentos de raiva e acusações e temporadas de reconciliações e palavras meigas.

Lá em 1971, por exemplo, MCartney já tinha mirado em Ono, na letra da música Too Many People, para acusar a mulher de John Lennon (1940-1980) de ser a responsável pelo fim dos Beatles e, de quebra, por seu rompimento com Lennon. Desde então, é sempre esse vaivém. McCartney já falou que Yoko ignorou ele nos créditos da música Yesterday, ela já afirmou que McCartney era musicalmente inferior a Lennon.

Em 2010, tudo parecia bem, quando Yoko deu uma entrevista ao jornal The Times, em que creditou Paul como o responsável por salvar seu casamento com John. Até que no verão passado, os ânimos ficaram novamente estremecidos, quando Yoko e Paul não aceitaram posar juntos, em uma apresentação do Cirque du Soleil dedicada aos Beatles, em Las Vegas.

Nesse domingo, 2, no entanto, as coisas aparentemente voltaram às boas, durante a premiére do documentário de Martin Scorsese (68) sobre George Harrison (1943 -2003) - George Harrison: Living In The Material World. Colocando de lado qualquer diferença, os dois posaram no red carpet e se esforçaram para honrar o beatle mais espiritual de todos. Veja o trailer do filme clicando aqui.

17 de set de 2011

POR ESSAS E OUTRAS É QUE SERÃO SEMPRE A MAIOR BANDA DE TODOS OS TEMPOS

Beatles se recusaram a tocar para plateia segregada nos EUA

Em lista de exigências, banda rejeitou se exibir perante público de brancos e negros separados.

Uma lista de exigências feita pelos Beatles em 1965 para realizar um show nos Estados Unidos incluiu a recusa da banda em tocar diante de uma plateia em que brancos e negros estivessem segregados.

A lista de exigências formulada pela banda deverá ir a leilão na cidade americana de Los Angeles no próximo dia 20 de setembro e a expectativa é de que o documento alcance um um valor de até US$ 5 mil (cerca de R$ 8,6 mil).

O contrato contendo as demandas do lendário grupo de Liverpool mostra que os Beatles tinham um posicionamento claro em relação à política racial discriminatória em vigor nos Estados Unidos, em um momento em que o movimento de direitos civis comandado por Martin Luther King começava a ganhar força.

No ano anterior, Luther King vencera o Prêmio Nobel da Paz por sua campanha pacífica de desobediência civil contra a política segregacionista ainda em vigor em boa parte dos Estados Unidos.

Humildade

O documento com as pré-condições para tocar no Cow Palace, em Daly City, no Estado americano da Califórnia, mostra ainda uma humildade que destoa das listas de exigências feitas por roqueiros atualmente.

O documento, assinado pelo empresário do grupo, Brian Epstein, diz que a banda não iria tocar diante de ''uma plateia segregada'' e solicita um camarim contendo ''quatro camas portáteis, espelhos, um isopor para para guardar gelo, uma TV portátil e toalhas limpas''. O grupo faz ainda um prosaico pedido por ''eletricidade e água''.

As únicas exigências mais elaboradas foram pedidos de que ''150 policiais uniformizados forneçam proteção'' à banda e a solicitação de ''um palco especial para a bateria de Ringo (Starr)''.

Fonte: G1

2 de set de 2011

1

No próximo dia 06 de setembro será lançado um versão remasterizada do álbum "1", dos Beatles, com seus 27 singles número 1 e que foi o disco mais vendido em todo mundo na década passada.

Foi a primeira coleção desse tipo que reúne todos os singles de sucesso entre 1962 e 1970, desde "Love Me Do" até "The Long And Winding Road". "1" (também conhecido como "The Beatles 1" ou "The Beatles One"), foi lançado originalmente em 2000, sob os cuidados do lendário produtor George Martin.


Fonte do texto: www.muzplay.net

25 de ago de 2011

REMIX DE WITH A LITTLE HELP FROM MY FRIENDS

Ouçam esse remix da canção With a Little Help From My Friends do álbum Sgt. Pepper's Lonely Heart Club Band, de 1967. Curta!

With a Little Help From My Friends (remix by Euneverse)
 

23 de ago de 2011

TRAILER DO FILME DE SCORSESE SOBRE GEORGE HARRISON!


Dirigido por Martin Scorsese, o documentário sobre a vida de George Harrison será lançado em DVD e Blu-Ray no dia 10 de outubro. Além da versão standard, o filme também será vendido em uma edição de luxo, que inclui um livro de fotografias e um CD exclusivo com faixas raras gravadas por Harrison. O livro será lançado e vendido separadamente

Antes de chegar ao mercado internacional, o documentário será exibido em duas partes, nos dias 5 e 6 de outubro, no canal de TV norte-americano HBO.

Produzido em uma parceria envolvendo Scorsese e Olivia Harrison, viúva do ex-beatle, o documentário trará entrevistas, performances, filmes caseiros e fotografias inéditas, além de depoimentos de artistas como Eric Clapton, George Martin, Paul McCartney, Yoko Ono, Tom Petty, Phil Spector, Ringo Starr e o tricampeão de Fórmula-1 Jackie Stewart, além dos ex-integrantes do grupo humorístico britânico Monty Phyton, Terry Gilliam e Eric Idle.

"Assim como milhares de pessoas, conheci George Harrison através da música, que foi a trilha sonora do nosso mundo. Nunca vou esquecer a primeira vez que ouvi 'All things must pass'. Foi como caminhar por uma catedral", declarou Scorsese em um comunicado à imprensa, acrescentando que produzir o filme foi uma "alegria, uma experiência da qual vou sempre recordar".

Segundo Olivia, a ideia do diretor sobre George ficou evidente desde a primeira vez em que os dois se encontraram para discutir o projeto. "Ele entendeu a essência do que foi a vida de George: sua música, suas crenças, sua arte, seu lugar na história dos Beatles e sua extraordinária vida depois disso. O maravilhoso filme de Marty encontrou tudo isso e muito mais." As informações são do G1.


10 de ago de 2011

IF I FELL NO FILME ACROSS THE UNIVERSE

Across The Universe é um filme de 2007 onde, nas letras das canções mais famosas do mundo, existe uma história que nunca foi contada...

Inusitados encontros proporcionam a Sadie, JoJo, Prudence e aos irmãos Lucy e Max, singulares experiências que não aconteceriam se não fosse a iniciativa do jovem estivador Jude (Jim Sturgess) de deixar Liverpool em busca do pai, um ex-soldado que constituiu família nos Estados Unidos.

Across the Universe é um musical revolucionário de rock, com amores, diferenças ideológicas, sociais e belíssimas canções que recria, com delicadeza e psicodélica criatividade, a América do turbulento período do fim da década de 60, como se pode ler no site da Interfilmes.com.

E o Beatlebox traz hoje uma canção do filme, If I Feel (canção de John, porém atribuída à dupla Lennon / McCartney) na voz da atriz Evan Rachel Wood.

Curiosidades: 90% das canções foram gravadas ao vivo nos sets de filmagens, sem qualquer dublagem feita em estúdio durante a pós-produção. A cena em que Evan Rachel Wood canta If I Fell foi gravada logo em sua 1ª tentativa. Ouça!

If I Feel (Evan Rachel Wood - cover)

16 de jul de 2011

PAUL CANTANDO GOLDEN SLUMBERS E CARRY THAT WEIGHT AO VIVO ONTEM!

No show de ontem, da tour On The Run, Paul cantou igualzinho à sequência do maravilhoso álbum Abbey Road: Golden Slumbers / Carry That Weight / The End!

Antes, nos shows aqui no Brasil, de 2010 e 2011, ele cantava Sgt. Pepper's e emendava com The End.

Veja e ouça o vídeo. Eu fiquei maluco só imaginando quando essa tour On The Run vier ao Brasil para poder ver e ouvir ao vivo essa fantástica sequência! Thanx, Paul!

7 de jul de 2011

HAPPY BIRTHDAY RINGO! WELCOME TO BRAZIL!

E o baterista mais amado de todos os tempos completa hoje 71 anos! E ele vem ao Brasil em novembro! Feliz aniversário, Ringo!


6 de jul de 2011

HÁ 54 ANOS ATRÁS PAUL CONHECIA JOHN

06 de Julho de 1957. Paul McCartney se levanta de sua cama, lava o rosto, coloca uma camisa. Uma tal banda chamada “Quarrymen” se apresentaria hoje em Liverpool, no Garden Fete de St. Peter’s Church. Desceu as escadas, tomou café com seu pai, Jim. Resolveu sair para a rua, enrolar até a hora do show.

Enquanto isso, não muito longe dali, John Lennon acordava. Ele estava nervoso, sua banda se apresentaria hoje e ele não podia disfarçar a insegurança quanto a isso. E se a plateia não gostasse? E se algum dos outros integrantes da banda passasse mal, errasse os acordes? “Foda-se” – exclamou ele – “somos foda, vai dar certo. Somos os melhores”, como se aquela frase lhe trouxesse mais confiança em si e nos outros.

Levantou, lavou o rosto e colocou uma camisa – assim como Paul havia feito, talvez na mesma hora. Encontrou sua tia Mimi na cozinha, preparando o café da manhã. “Olá, tia!”, disse a ela, dando-lhe um beijo na face. “O que temos para o café da manhã?”, perguntou, enquanto olhava a mesa. “Hum, nada de mais” – disse a bondosa tia – “biscoitos, café, pão. Pode se servir”. Fez o habitual lanche rápido e se despediu com pressa, não sem antes pegar sua guitarra.

Paul saiu andando pelas ruas, encontrando alguns amigos, deixando-se perder tempo, passando em frente de certa casa de onde saía um menino com uma guitarra; mais um do bairro, qualquer um, julgou ele. O menino que saía da casa olhou para o estranho com raiva, cara de “tá olhando o quê, hein?”, mas não quis perder seu tempo com a pergunta.

Às 17h o Garden Fete já estava cheio. John chegou correndo, afinou a guitarra de qualquer jeito, encontrou os amigos e eles começaram a tocar. Para a surpresa de John, estavam tendo uma boa aceitação por parte da plateia. Ele estava orgulhoso. Veio o intervalo e um menino se aproximou acompanhado de Ivan Vaughn, um amigo em comum, que os apresentou. Eram 18 horas, 48 minutos. Um inesquecível momento para os próximos milênios.

Estou gostando bastante do show, parabéns”, disse ele. “Porém, fella, há um problema na afinação de sua guitarra”. John olhou com estranhamento. “Quem é esse branquelo idiota pra dizer quando minha guitarra está afinada ou não?”, pensou. “Posso tentar afiná-la pra você?”, perguntou o primeiro. “Se não der certo, pode pegar de volta e eu não te encho mais”. “Tudo bem, mas rápido que o show já vai recomeçar”.

Paul pegou a guitarra e começou a tocar “Twenty Flight Rock”, de Eddie Cochran. “Olha só, realmente não estava bem afinada”, disse ele. John reparou que ele era canhoto. “Como esse filho da mãe pode tocar tão bem sendo um canhoto que está tocando um instrumento desafinado para destros?”, perguntou-se ele. “Pronto, bem melhor!”, exclamou Paul, emendando “Be-Bop-A-Lula”. John estava, sem dúvidas, impressionado. “Com um cara desses na banda, nós seríamos imbatíveis, mas ele é tão bom quanto eu e deve ter um ego dos diabos”, continuou pensando, em silêncio. Após um tempo, limitou-se a sorrir e agradecer. “De nada. Aliás, meu nome é Paul McCartney”. “Lennon. John Lennon. Obrigado, mas agora preciso voltar a tocar”, e assim ele foi embora, subiu no palco e recomeçou a tocar, mas não conseguia tirar as habilidades descomunais daquele menino da cabeça.

Paul ficou até o final do show e depois se afastou, ficando perto de umas árvores numa praça perto dali. De repente, viu Ivan se aproximando. “O John ficou impressionado, cara! Eu nunca vi ele daquele jeito! Está falando de você até agora, mas é orgulhoso demais pra vir aqui falar o que vou dizer. Ele quer que você entre para a banda”. Paul ficou boquiaberto. “Eu, na banda? Com o John? Mas…” – o outro continuou antes mesmo que Paul pudesse terminar: “Olha, Paul, se eu fosse você aceitaria. O John não costuma agir assim com ninguém. Vai por mim, ele gostou de você”. Foi o necessário para fazer Paul acreditar e acatar a ideia. Após uma excursão com o irmão, ele começou a fazer parte efetivamente da banda. A revolução havia começado, as almas gêmeas haviam se encontrado.

Texto de Tamires Paulino

3 de jul de 2011

REVOLUTION NINE

Revolution 9 é uma canção dos Beatles composta por John e creditada a dupla Lennon-McCartney. Ela foi lançada no álbum The Beatles ou Álbum Branco de 1968 e faz parte da impensada trilogia que consiste no single lado-B de Hey Jude, Revolution, a versão blues Revolution 1 e essa colagem de sons intitulada Revolution 9.

John Lennon inicialmente nomeou-a Number Nine Dream ao invés de Revolution Number 9, porém esse nome se tornou o título de sua canção #9 Dream de seu disco Shaved Fish de 1975.

A ideia veio a partir de uma versão estendida de Revolution 1 que foi adicionado fitas em loop, música reversa e efeitos sonoros numa influência da musique concrète de Karlheinz Stockhausen, Edgard Varèse, Luigi Nono, e John Cage que trás ainda técnicas de pane no estéreo e fading. É a canção mais longa do disco assim como de toda a carreira dos Beatles.

A canção é creditada a Lennon / McCartney, porém é um trabalho basicamente Lennon / Yoko Ono que implementava a influência avant-garde nas composições de Lennon através de Revolution 9.

Acreditando que a música era muito anticomercial, mesmo para uma canção beatle, os outros integrantes, principalmente Paul, realmente tentaram (sem sucesso) convencer John a não colocar essa música no disco. Já George Martin sempre admirou a música, chamando-a de "música do futuro".

Ouça abaixo o incrível trabalho do Alarm Will Sound ao vivo!


Fonte do texto: wikipedia

2 de jul de 2011

RINGÃO NO BRASIL! YEAH!

Verdade, beatlepeople! Se Deus quiser vamos ver Ringão ao vivo! Pena que George e John não estão mais por aqui, pois não duvido que eles viriam também!

Pela primeira vez em terras brasileiras, Ringo Starr e sua All Starr Band aterrissam para uma série de shows em diversas capitais do país. Com a mesma turnê que já passou ou ainda está por passar por países como Ucrânia, Rússia, Suécia, Noruega, Dinamarca, Polônia, Inglaterra, França, República Checa, Itália, Holanda, Alemanha e Áustria, o ex-Beatle e sua All Starr Band se apresentam aos fãs de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Recife.

Em uma realização da TIME FOR FUN, Ringo Starr e sua All Starr Band iniciam a turnê brasileira dia 10 de novembro, no Ginásio do Gigantinho, em Porto Alegre, dias 12 e 13 de novembro, no Credicard Hall, em São Paulo, 15 de novembro, no Citibank Hall, no Rio de Janeiro, dia 16 de novembro em Belo Horizonte, no Chevrolet Hall, dia 18 de novembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília e, fechando a passagem pelo Brasil, dia 20 de novembro, em Recife, no Chevrolet Hall. Clientes Credicard, Citibank e Diners contam com pré-venda exclusiva para os todos os shows da turnê entre os dias 11 e 17 de julho.  Público em geral pode adquirir ingressos a partir de 18 de julho.  Pré-venda e vendas acontecem nas bilheterias oficiais dos shows, pelo telefone 4003-5588 (válido para todo o País), pelo site www.ticketsforfun.com.br e nos pontos de vendas espalhados pelo Brasil. Mais informações sobre valores dos ingressos serão divulgadas em breve.

A música de Ringo Starr, tanto em carreira solo, quanto como um beatle, é permeada por sua personalidade. Seu calor humano, senso de humor e musicalidade excepcional, deram ao seus fãs canções que todos conhecem e amam, que incluem “It Don’t Come Easy”, “With A Little Help From My Friends”, “Yellow Submarine”, “Don”t Pass Me By”, “Octopus Garden”, “Photograph”, “Back Off Boogaloo”, ‘You´re Sixteen (You´re Beautiful And You´re Mine)’, ‘Don´t Go Where the Road Don´t Go’, ‘The No No Song’ e Never Without You’.

A All Starr Band vem excursionando de forma consistente, desde o ínicio, em 1989. Baseado no conceito de que “cada membro é uma estrela no palco”, cada apresentação traz Ringo apresentando canções tanto de sua carreira solo, quanto dos Beatles. E cada um dos membros da All Starr Band também traz sua contribuição pessoal ao espetáculo. Já fizeram parte da All Starr Band grandes nomes da música como Joe Walsh, Dr. John, Todd Rundgren, Timothy B. Schmidt, John Entwhistle, Peter Frampton, Sheila E., Rod Argent e Paul Carrack. 

Veja Ringo e sua All Starr Band agora no dia 11 de junho passado na Noruega cantando It Don't Come Easy e Honey Don't!



SOBRE OS MÚSICOS DA ALL STARR BAND

Rick Derringer, talentoso guitarrista e vocalista, tinha apenas 17 anos quando sua primeira banda, a The McCoys, alcançou o topo das paradas com o hit ´Hang On Sloopy´ no verão de 1965, tirando “Yesterday”, dos Beatles, do posto de número um. Anos mais tarde tocou com os músicos Edgar Winter e Johnny Winter e encontraram sucesso com o single ‘Rock and Roll Hoochie Koo’. Durante as décadas de 70 e 80 participou de diversos álbuns com artistas com Alice Cooper, Richie Havens, Todd Rundgren, Cyndi Lauper, Barbra Streisand, Kiss e Steely Dan. Na metade dos anos 80, descobriu o comediante Weird Al Yankovic, produziu albums vencedores do prêmio Grammy e em 2006, recebeu um Grammy pela participação no CD tribute a clássica guitarra Les Paul.  

Nascido nos Estados Unidos, em 1953, Richard Page é conhecido como o cantor/baixista da banda, vencedora de vários discos de platina e indicada ao Grammy, Mr. Mister. Gravaram três álbuns e tiveram diversos como ‘Broken Wings’ e ‘Kyrie’. A banda se desfez em 1990 e um quarto album, ‘Pull’ permanece sem ter sido lançado. Este trabalho foi remasterizado e atualmente está disponível através do selo de Richard Page, o Little Dume Records. Ele gravou dois albums solo, ‘Shelter Me’ e ‘Peculiar Life’, além de ter sido backing vocal para artistas como Elton John, Michael Jackson, Madonna, Barbara Streisand, Elvis Costello e muitos outros.  Como compositor, Richard Page já teve faixas gravadas por Madonna, Leona Lewis, Josh Groban, Celine Dion and Hall & Oates, citando apenas alguns.

Wally Palmar é vocalista, toca harmonica, guitarra base e fundador da banda The Romantics e possui uma das vozes mais conhecidas dos anos 80. O album de estréia do grupo traz o hit ‘What I Like About You’, famoso por décadas. Outras faixas de sucesso incluem: ‘When I Look In Your Eyes’, ‘One in a Million’, e a internacionalmente conhecida ‘Talking In Your Sleep’.  The Romantics são constantemente re-introduzidos às novas gerações graças às rádios de rock via satélite, comerciais e trilhas sonoras de filmes. Hoje em dia, Palmar continua escrevendo músicas e em turnês mundiais com os The Romantics.

Edgar Winter é um bem-sucedido tecladista de jazz, rock e blues, saxofonista, vocalista e continua na estrada desde o início dos anos 70. Edgar já tocou com importantes guitarristas como Rick Derringer, Ronnie Montrose e Johnny Winter (este último, um importante guitarrista de rock e blues). Em 1972 Edgar emplacou em primeiro lugar das paradas a música ‘Frankenstein’, tirada do aclamado álbum ‘They Only Come Out At Night’. Edgar também obteve sucesso com os hits ‘Free Ride’ e ‘Dying To Live’, produzido pelo rapper Eminem para o filme ‘Tupac’. As músicas de Edgar Winter já apareceram em trilhas sonoras de mais de vinte filmes.

Em seus 40 anos de carreira, que tiveram início no Reino Unido com a banda de rock Spooky Tooth, Gary Wright já tocou para milhões de fãs e sua música já fez parte da trilha sonora de filmes campeões de vendas.  É um pioneiro na introdução do uso de sintetizadores na música pop, em hits como ‘Dream Weaver’ e ‘Love Is Alive’. Gary inspirou gerações de artistas que incluem Eminem, Mya, Jay-Z, Busta Rhymes, Anastacia e o DJ Armand Van Helden. Todos eles já samplearam ou fizeram versões covers de suas canções. Gary juntou-se ao All Starr Band in 2008.

O baterista e vocalista Gregg Bissonette vem de uma família musical, em que seu pai também era um baterista, a mãe, pianista, o irmão, baixista e a irmã, violinista. Gregg tocou em três álbums do vocalista David Lee Roth, ex-Van Halen. Desde os anos 80, Gregg grava e excursiona com diversos artistas como Toto, ELO, Santana, Andrea Bocelli, The Maynard Ferguson Big Band, Spinal Tap e James Taylor. Trabalhou com Ringo Starr pela primeira vez em 2003, Gregg faz parte da All Starr Band desde 2008 e esta é a terceira turnê com o grupo. 

16 de jun de 2011

VIBRAPHONES!

Ouça a interpretação da linda canção de Paul, com a banda Vibraphones do meu beatlefriend Rafael Fracacio. Curta!

VIBRAPHONES
Maybe I'm Amazed
(Paul McCartney)

Direção: Vibraphones
Produção: Café Lumière
Produção Fonográfica: Alan James

Alessa Borges
Dafne Boms
Paulo Vieira
Rafael Fracacio

12 de jun de 2011

ELVIS CANTA BEATLES


Sensacional cover de Elvis Presley, cantando um medley de Yesterday e Hey Jude. Ouça!

Elvis Presley - Yesterday / Hey Jude (cover)

5 de jun de 2011

PARA CHICO MENDES

Flowers in the Dirt é o oitavo álbum de estúdio de Paul, lançado em 1989.

É considerado como uma espécie de retorno, já que depois de seu lançamento, Paul partiu em turnê mundial, coisa que ele não fazia desde a turnê com os Wings em 1976.

Neste álbum, Paul compôs a canção How Many People, um raro reggae, e dedicou à memória do ambientalista brasileiro Chico Mendes, seringueiro, e um dos mais combativos ativistas em defesa da Amazônia. Chico Mendes foi assassinado pouco tempo antes do lançamento do álbum.


Quantas Pessoas
Paul McCartney

Quantas pessoas
Ficam em uma linha?
Quantas pessoas
Nunca tiveram a chance de brilhar?
Se você pode me dizer
Ficarei Contente Em Ouvir
Quantas pessoas já morreram?
Um São Muitos agora para mim
Quero ser feliz,
Quero ser livre,
Um São Muitos Agora para mim
Quero ver as pessoas comuns vivendo pacificamente.
Quantas pessoas
Podem ir dar um passeio
Quantas pessoas
Não conseguem ir para o outro lado?
Se você pode me dizer
Ficarei Contente Em Escutar,
Quantas pessoas te fizeram chorar?
Um São Muitos agora para mim
Quero ser feliz,
Quero ser livre,
Um São Muitos Agora para mim
Quero ver as pessoas comuns vivendo pacificamente.
Quantas pessoas
Será que levam?
Quantas pessoas
Por amor de Deus?
Quantas pessoas?
Quantas pessoas?
Um São Muitos ...

3 de jun de 2011

COMING UP

Paul explica o clip da canção Coming Up, do seu álbum de 1980, o McCartney II, no qual, a exemplo do álbum McCartney, de 1970, ele canta e toca todos os instrumentos.

Curti o fato dele ter colocado o nome na 'banda' de The Plastic Macs, numa sadia gozação com a Plastic Ono Band, de John e Yoko. Ele cita isso na narrativa. Curta!

30 de mai de 2011

LADY MADONNA NO RIO DE JANEIRO

E o meu grande amigo da Beatles Brasil, o angolano Paulo Seixas, veio novamente ao Brasil para o show do Paul no Rio. E ele, com sua câmara, filmou Paul interpretando Lady Madonna. Vejam o pequeno relato do Seixas e em seguida o vídeo:

"Segunda-feira, 23 de maio de 2011, segundo show no Rio de Janeiro, Estádio do Engenhão do meio, o estádio do Botafogo, eu estava na grade da frente, a cinco metros do baixista dos Beatles.".




Paulo Seixas e Big Charles (Carlos Edu Bernardes) em recente show de Paul McCartney


Grandes FABraços do BEATLEBOX, Imediato Seixas!

28 de mai de 2011

ENTENDA PORQUE RINGO DISSE QUE PAUL GOSTA DE PENSAR QUE É O ÚNICO BEATLE VIVO

Esta matéria foi feita especialmente para você, que passou os últimos dias xingando o pobre Ringo, devido à notícia divulgada em alguns sites, onde ele declara que Paul McCartney age como se fosse o último dos Beatles.

Nosso compromisso maior é com a informação (sempre quis usar esse slogan de telejornal) e garantimos, caríssimo leitor, que após ler a explicação, você verá que Ringo não agiu de má fé.

Vamos aos fatos:
 

A declaração dada por Ringo foi recebida pelos fãs como algo rancoroso e até grosseiro. Mas é preciso que se entenda o contexto, para que não se repita o mesmo erro dos anos 60, quando queimaram discos dos Beatles, após a declaração de Lennon sobre o Cristianismo.

Em entrevista Daily Mail, o baterista falou sobre sua frustração quando os repórteres só perguntam dos Beatles. “ -É difícil, porque as pessoas não querem que você cresça. Querem me manter naquele mundo e esperam que eu seja aquele que eles estão acostumados a ver em filmes e shows.” Disse Ringo

Mas, com uma fortuna avaliada em £ 200 milhões e casado com uma Bond Girl, Ringo sabe que não deve se incomodar com esse tipo de coisa, tampouco com os comentários maldosos que dizem que ele foi sortudo por ter sido convidado a entrar pra banda. Ringo já era um baterista experiente antes dos Beatles. Agora se prepara para sair em turnê pela Europa com sua All Starr Band.


A marca “Beatles” fatura mais do que nunca. Os discos já venderam aproximadamente 2 bilhões de cópias e graças à tecnologia, a beatlemania continua com toda força. Quando perguntado sobre o convívio com Paul McCartney, Ringo sorri e diz: “ -Somos tão próximos quanto gostaríamos de ser. Somos os últimos Beatles vivos, embora ele goste de pensar que é o único!

UPDATE [CORREÇÃO] Essa declaração, que gerou tantos comentários entre os fãs, foi só uma brincadeira com um episódio do programa inglês Comic Relief, onde Ringo e Paul fazem uma participação.

A história se passa em uma sala com vários artistas, tendo que escolher qual deles fará uma campanha em prol da África. Paul McCartney, cheio de pompa, diz: “ -Todos daqui sabem que a pessoa mais apropriada para isso sou eu. Eu sou o último dos Beatles!” Todos concordam, quando Ringo grita do outro canto da sala: “ -E EU?

A cena pode ser vista aqui:


Está claro que o comentário de Ringo foi apenas uma referência a este desenho e que o baterista não guarda nenhuma espécie de rancor de seu companheiro de banda.
Agora, acho que Ringo merece um pedido de desculpas…

 
Ok, Ringo… Agora que já explicamos,
pode parar com a chantagem emocional
Por Edcarlos da Silva

24 de mai de 2011

NO RIO!

E chegamos ontem à noite do Rio de Janeiro, após assistir ao show do Paul no dia 22 no Engenhão!

Foi tudo maravilhoso! Local legal na arquibancada leste inferior, onde o palco ficou relativamente perto. Os fogos de Live And Let Die foram bem na nossa frente! Show!

Depois vou subir dois videos (nada profissional, é claro) pro You Tube e postar aqui. Gravei as canções Let Me Roll It e Live And Let Die. Seguem algumas fotos:

Paulinho, Mariângela e eu, chegando ao Rio, no túnel que dá entrada à Copacabana

Paul ali no palco, cantando All My Loving

The Long And Winding Road

Ali está Sir Paul, cantando Jet

Depois de 2h36min o fim do show, após a belíssima The End

Vibrando ainda com o belo show

16 de mai de 2011

TRIBUTO A BUDDY HOLLY

Direto do blog do Vicky Paes Martins - "Rave On Buddy Holly", - Buddy Holly, que completaria 75 anos em setembro deste ano, 2011, - é o titulo do álbum com lançamento marcado para junho, que contará com novas versões para clássicos do pioneiro do rock 'n' roll, interpretados por outros artistas.

Paul McCartney, My Morning Jacket, Lou Reed, Graham Nash, entre outros, terão temas neste álbum tributo, dedicado a Buddy Holly, um dos pioneiros do rock 'n' roll, morto tragicamente num acidente de avião em 1959, aos 22 anos de idade. A informação é do site da revista Spinner.

Intitulado Rave On Buddy Holly, o álbum conta com 19 faixas e chega às lojas a 28 de junho, com o selo da Fantasy Records/Concord Music Group. De acordo com um comunicado à imprensa internacional, as novas versões para alguns clássicos de Buddy Holly, não são, de fato decalques das canções originais.

"Os artistas usaram a sua criatividade para explorar novas formas de reinterpretar os temas escolhidos por eles", lê-se no comunicado.

Foi criado um site oficial para o lançamento, porém não há trechos de nenhum dos temas, cujo alinhamento é o que se segue:

Rave On Buddy Holly:

1 - "Dearest" -The Black Keys
2 - "Every Day" - Fiona Apple & Jon Brion
3 - "It's So Easy" - Paul McCartney
4 - "Not Fade Away" - Florence + The Machine
5 - "(You're So Square) Baby, I Don't Care" - Cee Lo Green
6 - "Crying, Waiting, Hoping" - Karen Elson
7 - "Rave On" - Julian Casablancas
8 - "I'm Gonna Love You Too" - Jenny O.
9 - "Maybe Baby" -Justin Townes Earle
10 - "Oh Boy" - She & Him
11 - "Changing All Those Changes" - Nick Lowe
12 - "Words Of Love" - Patti Smith
13 - "True Love Ways" - My Morning Jacket
14 - "That'll Be The Day" - Modest Mouse
15 - "WellAll Right" - Kid Rock
16 - "Heartbeat" - The Detroit Cobras
17 - "Peggy Sue" - Lou Reed
18 - "Peggy Sue Got Married" - John Doe
19 - "Raining In My Heart" - Graham Nash

Veja agora Paul interpretando It's so Easy ao vivo no dia 19 de agosto de 2009 em Dallas.


E o Cláudio Teran, da Beatles Brasil, ainda me enviou as seguintes informações:

Paul McCartney gravou It's So Easy no Avatar Studios em Nova York, durante uma sessão que durou quase a tarde inteira, em fevereiro deste ano.

A produção coube a David Khane (que também produziu o CD Driving Rain) e foi realizada num clima bem anos 50. Paul disse que utilizaria as reminiscências do que ouvia no rádio quando garoto para fazer sua versão do take.

E a gravação é estupenda, tanto pelos vocais e improvisos a la Elvis quanto pela participação da banda e backing vocals. It's So Easy foi escolhida por Paul para a participação dele no álbum RAVE ON, um tributo a Buddy Holly, no final do ano passado. "Foi difícil, amo tudo o que Buddy gravou, mas It's So Easy tem uma atmosfera especial", justificou.

Vale registrar ainda que essa composição tem sido tocada em soundchecks por Paul McCartney, e mesmo em alguns shows como o do video acima, desde a retomada dos concertos ao vivo no final dos anos 80.

14 de mai de 2011

OS INGRESSOS CHEGARAM!

Bela surpresa na caixinha dos Correios hoje à tarde!

Rio de Janeiro, aqui vamos nós!

WE LOVE HIM, YEAH YEAH YEAH!

10 de mai de 2011

PAUL ONTEM NO PERU!


O paletó foi aquele mesmo utilizado na abertura do primeiro show em SP. Milhares de simpatizantes de Paul McCartney acompanharam seu show no estádio Monumental, em Lima, no Peru, na noite de segunda-feira. O ícone pop chegou às 21h35 (horário local) para a alegria dos fãs, alguns deles acampados por vários dias antes do evento em frente ao estádio. O primeiro item da série foi o famoso Hello Goodbye, popularizado pelos Beatles. Após essa música, McCartney se dirigiu ao público: "Olá! Finalmente estou no Peru. Estou muito feliz por estar aqui". Paul está em Lima desde o domingo. Ele foi saudado por fãs no aeroporto e no hotel onde está hospedado. Teve tempo inclusive de andar de bicicleta em um passeio por Lima. E promoveu mudanças muito tímidas no setlist. Suprimiu uma ou outra faixa, trouxe Hellow Goodbye de volta e deslocou algumas faixas de lugar na ordem de execução. No mais veremos um show no RJ muito semelhante ao que curtimos em SP e em POA. Mas é claro que está valendo.

SEGUE O SETLIST DE LIMA

1. Hello Goodbye
2. Jet
3. All My Loving
4. Letting Go
5. Drive My Car
6. Sing The Changes
7. Let Me Roll It
8. The Long And Winding Road
9. Nineteen Hundred and Eighty Five
10. Let 'Em In
11. I've Just Seen A Face
12. And I Love Her
13. Blackbird
14. Here Today
15. Dance Tonight
16. Mrs Vandebilt
17. Eleanor Rigby
18. Something
19. Band on the Run
20. Ob-La-Di, Ob-La-Da
21. Back In The USSR
22. I've Got A Feeling
23. Paperback Writer
24. A Day In The Life / Give Peace A Chance
25. Let It Be
26. Live And Let Die
27. Hey Jude

Encore
28. Day Tripper
29. Lady Madonna
30. Get Back

Second Encore
31. Yesterday
32. Helter Skelter
33. Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band / The End

Cartaz distribuído ontem no show  (foto enviada pelo amigo Adriano Mussolin, da Beatles Brasil, que esteve ontem no show em Lima, Peru)

8 de abr de 2011

PAUL DE VOLTA!

Here we go again!


Começa a zero hora do dia 12 a pré-venda de ingressos para o show de Paul McCartney, que acontece no Rio de Janeiro no dia 22 de maio. Os primeiros a comprar serão os clientes que possuem cartões de crédito Visa, Mastercad e American Express, associados ao banco Bradesco. Os ingressos poderão ser adquiridos no site http://www.ingresso.com. Dois dias depois, na próxima terça, também a zero hora, começa a venda geral para o público no site e também nas bilheterias do estádio do Engenhão, onde será realizado o show. Os ingressos custarão de R$ 150 - setor inferior leste e oeste - a R$ 700 - pista prime.

Mais informações: www.paulinbrazil.com.br 

27 de mar de 2011

TONY BENNETT E PAUL McCARTNEY

Lançado logo após o 80º aniversário de Tony Bennett, duetos de 2006: An American Classic, encontra o querido vocalista junto de um impressionante grupo de amigos e admiradores.

Em meio a um cenário exuberante de cordas e arranjos variados, Bennett, ainda em voz extremamente ousada, apesar de sua idade, brilha sobre estas faixas.

E uma delas, tem o dueto de Tony Bennett e Paul McCartney. Curta!

Tony Bennett & Paul McCartney - Very Thought Of You

25 de fev de 2011

FELIZ ANIVERSÁRIO, GEORGE!

Hoje nosso querido George completaria 68 anos. E o da Beatles Brasil, o Cláudio Teran, escreveu o seguinte:

Sinto saudades dele. Faz falta sua presença fisica e sua ironia. Sua desolação também. Faz falta o sorriso dele, que traduzia timidez e gentileza ao mesmo tempo. Fazem falta novos acordes. Não que George Harrison tenha morrido. O legado ficou. O som da guitarra gentil também. George é talvez o mais famoso guitarrista da face da terra a não se exibir com seu instrumento. Na realidade nunca precisou. Harrison não recorreu a caras bocas e gestos teatrais para fazer a guitarra 'falar' porque jamais foi guitarrista de pose. A tal, 'atitude' de que falam tanto hoje em dia, funcionava diferente com George Harrison. Ele simplesmente tocava. Mansamente. No mais das vezes, sutilmente. Inscreveu na história solos e riffs que estarão sempre na memória do mundo. E se quisesse, poderia ficar numa rede branca ou numa cadeira de pedra no Havaí apontando os próprios feitos e se auto-exaltando. Continuaria sendo aclamado e bajulado. Felizmente a transcendência de George Harrison vai muito além. Por isso é que não basta ouvi-lo e reouvi-lo. ELE é que faz falta. O cara que ele foi. Quantos discos teria feito se continuasse entre nós? Talvez lhe faltasse apetite para uma turnê. O que ele achava bom mesmo era subir ao palco durante o show de um amigo do rock para tocar sem planejamento nem combinação. Só pelo prazer. Quer sentir falta mesmo de George Harrison? Va a um show de banda cover num desses barzinhos da vida. Se o guitarrista não tiver feeling a coisa não vai fluir. Até quem não entende muito de música mas curte Beatles por certo notará a falta de algo naquela execução. É o espirito do George, a gentil presença concebida para sentir. Let me in here/I know I've been here/let me into your heart...

Belo texto, Teran!

God bless you, George!